Linux Fedora

Foi no dia 20 de Março de 2018 que decidi testar mais a serio esta distribuição. Já a tinha usado em VM mas para pouco mais que uns cliques e updates.
A minha experiência não podia ter sido mais satisfatória.

Optei pela instalação do Fedora Mate, que nada mais é que a base Fedora com o DE (Desktop Environment) Mate que é um fork do Gnome2.
Comecei por atualizar o sistema via DNF. O resultado foi semelhante a este.

Nesta “aventura” pela distribuição linux o único ponto que não gostei, foi ter de instalar o cliente da Steam via repositório não oficial. Como é óbvio não vou descredibilizar os repositórios não ofciais provenientes da comunidade pois estão a dar um contributo grande á comunidade, mas creio que a Valve deveria pensar um pouco mais além do Debian.
Após as atualizações instalei alguns pacotes via DNF (Git, Screenfetch, Gnome Software, snapd entre outros). A integração dos Snaps com o sistema foi muito boa, tirando os alertas que o SELinux fazia sempre que abria a Gnome Software. A resolução foi aplicando no terminal 2 comandos que o SELinux sugeriu para deixar de considerar o Snapd um ameaça. Este processo teve de ser repetido também para o SystemD.
O visual padrão do fedora é o tema orinal da interface sem nenhuma modificação.

Instalei o tema Arc e Papirus (a partir do repositório oficial do Fedora). Apliquei o meu wallpaper e o resultado foi o seguinte.

Fedora Personalizado

Para terminar gostei muito da distro do chapéu azul, compreendo bem porque é a opção de Linus Torvalds para o dia-a-dia e é bem notória a diferença entre o ambiente RedHat e Canonical. Não vou dizer que há uma melhor ou pior, apenas que são diferentes.

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